Ainda nem cheguei na primeira parte do título (o amamentar), mas já fico me perguntando como deve ser amamentar e voltar a trabalhar. O recomendado é que o bebê seja alimentado, nos primeiros 6 meses, exclusivamente no peito. O problema é que a licença-maternidade dura 4 meses. Por sorte, vou conseguir emendar as férias, o que vai me garantir mais 1 mês. Mais um pouco, eu conseguiria amamentar tranquilamente nestes 6 primeiros meses…
Bom, como não sou a única, obviamente, a passar por esse tipo de dilema, andei funçando por ai e encontrei algumas boas dicas:
- Como amamentar após o retorno ao trabalho
- De peito aberto: blog com vários textos sobre amamentação, inclusive sobre o dilema trabalho x amamentação
- Amigas do peito: outro site com diversos textos sobre amamentação
Tem muitos outros sites e blogs, na verdade, como os próprios Matrice e Mamíferas, listados ai no lado direito.
Já rolou uma certa luz sobre o assunto, mas ainda tenho várias dúvidas. O ideal seria tirar o leite inclusive no horário de trabalho, para manter o nível de produção de leite, mas isso significa que o local de trabalho tem que ter estrutura para que a mulher faça isso. Também seria ótimo achar um berçário perto do trabalho e que aceite dar o leite da mãe (tem que ter geladeira, tem que aceitar esse esquema, tem que aceitar dar no copinho…). Bão, mas ainda tenho 5 meses para pensar nisso melhor…
Enquanto isso, achei a almofada de amamentação mais bonita de todos os tempos:
Elefante de Pescoço, originally uploaded by camiladesign.
Estamos pesquisando bolsas para levar as coisas da Alice para cima e para baixo. No geral, não gosto muito da cara das bolsas de mamãe, mas encontramos algumas opções bem interessantes:
- Sofisticata: geralmente eles estão naquela feira da gestante e do bebê. As bolsas são bem bonitas, o que desencoraja são os valores.
- Spicy Mom: dica da Ana, também gostei bastante, pena que ainda não pude vê-las ao vivo.
- Babybags da Carol – Fofysfactory: muito fofas, sempre :)
- Expecting bag: ainda não vi ao vivo, mas até agora me pareceu a mais legal.
- Bebêchila: em estilo mochila, não faz muito a minha praia, mas também são simpáticas.
- É uma menina! Como desenvolver a auto-estima de nossas filhas, de Virginia Beane Rutter
- O que esperar do primeiro ano
Continuação do meu livro “O que esperar quando você está esperando”. Apesar dos textos um pouco bizarros deste primeiro, essa segunda parte também vem bem recomendada.
Mas faz tempo que não escrevo por aqui heim! Quase um mês. O tempo anda passando muito rápido e ao mesmo tempo, devagaaaaaar. Nesse mês, curtimos mais um ultrassom, onde vimos nossa sapeca, que está crescendo bem. Sinto isso na barriga, ela se mexe o tempo todo!
Continuamos a ajeitar a nossa casinha. Móveis montados, nosso futon para assistir TV já devidamente instalado em casa, e o quarto da nossa mocinha está quase lá. Já chegaram os móveis, as paredes estão pintadas. Faltam várias coisas, vários detalhes, mas o quarto já começa a aparecer :)
O enxoval também vai bem, se parar para pensar que quando começou janeiro ainda não tinhamos nada para vestir a mocinha. Agora ela já tem roupinhas, roupa de cama, fraldas, até slings! Em breve fazemos o curso de grávidos, na maternidade.
Assim o tempo vai passando, e quando a gente menos esperar, lá se vão estas 8 semanas que nos separam da nossa baixinha :)
Eu tinha um dilema, sobre o que faria após a Alice nascer. Voltaria a trabalhar ou iria encarar uma rotina de mãe e dona de casa e possíveis frilas? Os dois lados tem seus prós e contras (gritantes, diga-se de passagem).
Trabalhar significa ter uma renda garantida e portanto, poder (razoavelmente) planejar o futuro, seja próximo, seja para os próximos anos. Significa ter uma carreira, almejar metas. Mas também significa não estar tão presente, não acompanhar o crescimento da baby como gostaria, deixá-la com alguém estranho ou em um berçário o dia todo.
Não trabalhar significa estar presente em todos os momentos, acompanhar cada pequena e grande evolução e aprendizado. Também significa não ter muita certeza do quanto pode contar de renda, não saber ao certo como planejar as coisas. Claro que isso não vale para todo mundo, mas já tive minha vivência de frilas por um ano e meio, e os altos (não exatamente muito altos) e baixos e as dores de cabeça não foram feitos para mim. Tem seu lado bom, mas no geral sentia falta do trabalho e da convivência com as outras pessoas, e também ficava ansiosa demais com a situação financeira não muito certa. De certo mesmo, só as contas que chegam todo mês. Também gosto da minha independência financeira, e depender de alguém, mesmo que esse alguém seja a pessoa que mais amo, não é uma idéia muito confortável.
Claro que são análises do pré-nascimento. Uma coisa é racionalizar quando tudo que tenho é uma barriga saltitante. Outra coisa é pensar da mesma forma segurando uma coisinha fofa e saltitante.
A dose de realidade é que sem trabalho, fica mais difícil planejar um futuro, inclusive um futuro para a Alice.
A parte bizarra é pensar que esse tipo de dilema nem deveria mais nos importunar, afinal nossas mães já passaram por isso, foram trabalhar e nos viramos muito bem, obrigada. Tornamo-nos adultos saudáveis e sem grandes traumas. Trinta, quarenta anos depois das revoluções pelas quais nossas mães passaram, brigando por seu lugar ao sol, me sinto quase uma traidora da causa :P
Terminamos o 2º trimestre! Alice, em comemoração, não pára quieta um momento. Rebola de dia, rebola de noite, me acorda de madrugada (para eu já ir acostumando?), dá cambalhotas, dança ao som de axé e forró. É danada e fofa e hiperativa!
Meu peso, após chegar aos incríveis 59,5, deram uma estabilizada. Faz mais de uma semana que estou com este mesmo peso. Depois de passar algumas semanas subindo loucamente, dá um certo alívio ver que desacelerou um pouco a subida de peso. Afinal, já foram 10,5 Kg desde que engravidei, e estou no limite do ganho de peso.
Hoje estamos de castigo aqui em casa, para acompanhar a montagem dos armários. Ainda vão mais uns 3 a 4 dias nessa brincadeira, e é muito chato ficar por aqui, sem ter muito o que fazer e sem ter muita liberdade. Fico de castigo aqui no quarto, acompanhando o webmail da firma e navegando. Pensando em tudo que ainda temos para fazer aqui em casa, para deixá-la do jeitinho que a gente quer, e mais na chegada da Alice, quanta coisa para acertar! Falta box, falta espelho, falta sofá, mesa, cadeira. E principalmente, falta grana!
Já temos TV e internet. Já temos cortina no quarto, ebaaaaa! E já temos máquina de lavar roupa instalada. A máquina nova parece um disco voador, de tantas luzinhas e barulhinhos. E hj, provavelmente, também teremos o varal montado.
Aos poucos, nossa casinha vai ficando arrumada :D
E inacreditáveis 10 quilos a mais (é isso mesmo, de acordo com a balança de hj). Minha alimentação não está tão ruim (só um pouco), mas ando incrivelmente facinha para os doces (buá), o que deve ter colaborado muito para este peso. Alice deve estar crescendo, sinto ela se mexer bem mais. E tem horas que a menina realmente se mexe, nossa!
Mudamos de casa (eba!) e estamos num verdadeiro acampamento: caixas por todos os lados, nenhum armário, sem fogão, sem cortinas, sem máquina de lavar roupa, sem varal. Mas estou amando tudo :D O bom é que tudo isso já está lá em casa, esperando ser montado, ou estamos esperando chegar. Outras coisas, ainda vamos escolher, com tempo (e dinheiro) disponível).
Continuo no meu curso de decoração via Photoshop. Novos stickers (da Gecko: árvore e flores) e gravura da Choque Cultural. Cortinas e móveis brancos. Acessórios da Flávia del Prá (abajur e vaso de cerâmica, em forma de galocha!).

Alice, menina phynna e de bom gosto :)
Daqui uma semana, quando completarmos 26 semanas, Alice terá chegado ao seu 6º mês. Não o lunar, pq não me entendi com essa conta, mas meses “normais”, de 30, 31 dias. Nossa contagem regressiva vai ficando cada vez menor. Basicamente, daqui a 3 meses, ela deve mostrar sua carinha para o mundo.
As coisas correm tranquilamente. Ainda não me animei para sair à caça dos itens do enxoval, mas não devo enrolar muito mais para começar isso, não. O problema é que Alice compete minha atenção com os outros “filhotes”, os projetos que a gente toca na fiiiirma, e com mais toda a história da reforma do apê.
A história de que, após aquele período inicial da gravidez que dá a maior leseira, a energia volta, é totalmente verdade. Eu tenho picos de energia durante o dia, fico elétrica, atenta a um monte de coisas, a atenção fica afiada. Mas em compensação, a hora que bate a canseira e o sono, bate pra valer. E bate cedo, lá pelas 22h eu só quero é saber de cama.
Essa energia toda coincide com a adrenalina dos projetos, que estão em momentos importantes. O problema é quando essa adrenalina fica demais (leia-se, eu fico estressada, nervosa, etc). Nesses momentos, a Alice costuma ficar quietinha, quietinha, mal sinto a danada. Estou tentando ser mais tranquila, mas é dificil acertar a mão. No geral, sou elétrica e me envolvo demais no trabalho.
Mas a verdade é que, a gravidez estando tranquila (como até então temos estado), a vida continua na mesma, só que em compasso de espera.
Cantinho para registrar os momentos de uma barriga.