Demos uma rápida saida esse domingo, e levei a Alice no sling. Quando estávamos andando para o carro, vimos umas meninas brincando de, adivinhem, sling! Achei o máximo! Já fiquei animada para encomendar um destes para a Alice :)
Eu fui uma adolescente nos anos 90. Eu li “Confissões de Adolescente” e adorei, eu vi a peça, eu acompanhava a série. Então, quando vi que a Maria Mariana havia lançado um novo livro, desta vez “Confissões de Mãe”, fiquei bastante interessada em ler e encomendei (e li) rapidinho.
Minha opinião? Achei decepcionante! Primeiro, que raio de Confissões são essas? De confessional o livro não tem nada, ao contrário do primeiro. Enquanto a versão adolescente eram contos, pequenos casos, com muito mais humor, a versão mãe é um misto de auto-ajuda com um tom piegas-religioso. Por confissões, eu imaginava um texto engraçado, emocionante, com causos e passagens bacanas de alguém que tem 4 filhos (imagine quanta história para contar!).
As dicas “práticas” também deixam bastante a desejar. Para a recém-mamãe ou para as que vão ser mães, tem muito livro melhor no quesito prático.
Existem passagens de chorar (de desgosto), como a que ela diz que a mulher tem que agradecer quando encontra uma cueca usada do marido fora do cesto de roupa, pq isso ajuda a “fortalecê-la” (ou alguma bobagem do gênero). Sinceramente, heim! :P
A única parte razoavelmente louvável é a defesa dela ao parto normal, mas mesmo isso achei que deixou bastante a desejar. Já li muitos relatos de parto muito mais emocionantes do que os que ela descreve. A parte da amamentação, outra que seria interessante, também achei raso demais.
Para quem está curioso em saber mais, as meninas do Mamíferas fizeram uma resenha bem caprichada, que dá para captar melhor o espírito do livro.
Ser mãe dá várias idéias de roteiros e motes para filmes e séries.
Dissidência do Desperate Housewives, que tal um Desperate Mothers? Mães à beira de um ataque de nervos?
Ou então, se o J.G. Ballard ainda fosse vivo, ele poderia escrever um romance parecido com Crash, substituindo todo aquele fetiche pela parafernália de acidentados de carro por um fetiche bem mais exótico: a lingerie pós parto: cintas, calcinhas, sutiãs de amamentação…
Estou ficando craque em comer com uma só mão e digitar com a Alice no colo…
Quando a Alice ainda não era nascida e eu ouvia sobre as cólicas dos filhos dos outros, eu não fazia idéia do que isso realmente significava. Hoje sou totalmente solidária e compreendo a dor dos pais quando sei das cólicas dos rebentos…
Como disse esse sapientíssimo pai, quem pesquisa remédio para cólica ou não tem filho, ou teve a sorte de ter filhos sem cólicas. Só isso explica a falta de empenho em achar algo que resolva tamanho drama :P
A gente sempre escuta que o 1º mês é foda, os amigos compreensivos avisam que só vi depois do 1º mês, essas coisas. A verdade é que no primeiro mês os pais, esses desavisados, só não estão acostumados ainda. Depois as coisas podem parecer melhores, mas pq eles já estão meio acostumados e num permanente estado zumbi :P
A Camila me passou esse blog e eu amei! No prateleira-de-baixo, várias dicas de livros infantis, a coisa mais gostosa. Eu amo livro infantil, sempre me pergunto pq os livros dos adultos também não podem ser tão legais quanto os infantis :)
Por causa da “vazante das fraldas”, viramos piloto de teste de fraldas. Pampers Total Confort, Pampers New Baby, Turma da Mônica, Johnson’s, tudo para tentar evitar a molhação.
Em curtas linhas, nosso histórico com as fraldas:
- Turma da Mônica RN: Alice foi feliz durante um mês com esta fralda, até que chegou lá pelos 3,5 Kg e elas ficaram pequenas. Para bebês pequenininhos, são ótimas!
- Pampers Total Confort e Pampers New Baby: são ótimas, as melhores que usamos até agora. Sem perfume, bem macias, porém começaram a vazar por causa do tamanho – Alice começou a fazer mais xixi, elas são meio grandinhas e o xixi escapa.
- Jonhson’s: a primeira fralda que a Alice usou, lá na maternidade. De começo, funcionou muito bem. Quando tentamos usar de novo, eu percebi o perfume forte, mega-enjoativo de talco (argh!). Além disso, deu alergia na mocinha. Por que raios a Johnson’s faz fraldas com esse cheio horrível? Prefiro mil vezes o cocô da minha filha :P
- Turma da Mônica: voltamos à Turma da Mônica, tamanho P, até 5 kg. É mais justinha que a Pampers, apesar de não ser tão macia. Não está mais vazando, deve segurar as pontas até a Pampers servir melhor.
Só não experimentamos ainda a Turma da Mônica Soft Touch, que dizem que é ótima. Quando eu encontrar o tamanho P, digo como foram nossas experiências com ela :)
Como diria a música da Madonna, na interpretação memorável da Gisele: Feriado! Comemore! :D
Esse feriado foi memorável! Alice teve sua estréia nos passeios semana passada, na casa da bisavó. O passeio foi meio tumultuado, mil e uma coisas para levar, estávamos super inseguros. Esse final de semana já conseguimos simplificar um pouco as coisas, ficamos mais experts na malinha, no carrinho, no bebê conforto, e lá fomos nós! Primeira parada, sábado: Irori, um dos nossos restaurantes japoneses prediletos. Alice dormiu o tempo todo, nem tchuns para os sushis e sashimis à volta.
Na terça demos mais um rolê por ai. Fomos até a fiiirma onde o pai e a mãe da Alice trabalham (eu sei, não parece divertido, mas foi ótimo ver as pessoas lá). Devidamente instalada em seu sling, Alice estava tão bem que até mamou – graças também às blusas da Flavia, que estão quebrando o maior galho! É a amamentação sem fronteiras :) Depois, paradinha providencial no Starbucks para um frapuccino e um muffin de blueberry.
Estou adorando estes nossos passeios familiares, mal posso esperar pelos próximos :)
Certas coisas é melhor a gente ler depois de ser mãe, heheheh.
Eu sempre gostei bastante do blog Mothern e acho uma pena que as moças tenham parado. Uma pena mas compreensível, já que o blog fez o maior sucesso, virou livro, virou série de TV. O livro, só agora li, presente do maridão. E o livro é muito bom, assim como o blog era! Devorei em um dia, enquanto a Alice mamava, eu lia.
Aliás, mãe realmente é um bicho multitarefa. Amamenta e lê, navega na internet, troca o canal da TV, manda sms… Mais um pouco de treino e ninguém segura a gente!
Cantinho para registrar os momentos de uma barriga.