E lá fomos nós, atrás de um novo pediatra. Depois da alopatia e da homeopatia, fomos desta vez apresentado à medicina antroposófica. Dificilmente vestiremos 100% a camisa da antroposofia, mas eu gostei muito.
Apesar de discordar de um ou outro ponto (ou, de pelo menos não concordar 100%), eu gostei demais. Não conhecia a “filosofia”, mas me encantei pela atenção, pelo tempo que o médico dispendeu com a gente, de conversar, de estabelecer um contato amigo com a Alice, brincar com ela, observar ela se movimentando livremente, das orientações de alimentação. Bem diferente de receitar Mucilon, pesar, medir, e pronto-acabou.
Se o seu dotô não se incomodar que a gente vacina e dá leite em pó para a Alice, acho que poderemos conviver super bem ;-)
Cantinho para registrar os momentos de uma barriga.
Camila Werner
February 4th, 2010 at 4:43 am
Tomara que dê certo, Lú! Foi um dotô Antroposófico que me salvou de um problemão intestinal quando eu era pequena e virei uma moça saudável que nem precisa comer Activia todo dia :-P
luterceiro
February 4th, 2010 at 5:30 am
Oi Camila,
Espero que sim, também :) A gente gostou bastante mesmo. Medicina, na minha opinião, tinha que ser nesse nível. Nada de consulta fast-food. :) Beijos, e venha conhecer a Alice!
Agatha Pereira
February 8th, 2010 at 6:45 pm
Bem, eu acredito que em qq area tem bons e maus profissionais. No nosso caso, já saimos fugidos (mesmo) de varios doutores impessoais, até que uma amiga me indicou um dotô fofo. Fomos lá, nós nos apaixonamos pelo Doto Claudio. Tranquilo, atencioso, lembra de tudo de todas as consultas, no primeiro dia foram 2 horas de conversa, a preocupação com os pais, se ligo pra ele (qq horario ele atende) explicando uma situação, ele me acalma, me instrui, e depois, de manhazinha liga de volta querendo saber, o cara é super, e é alopata! E digo mais, a ultima coisa q ele me receita é remédio.
luterceiro
February 9th, 2010 at 6:42 am
Ah, mas isso é verdade. Ser alopata, homeopata ou veterinário :) não determina se o médico é bom ou não, vai muito além da “linha filosófica” que ele segue. Tem que ter afinidade com a linha teórica, mas também confiar.