Mãe também é ser humano, e às vezes tem vontade de…
- encher a cara de caipirinhas e coxinhas no Veloso
- virar a noite bebendo cerveja no Exquisito
- tomar umas frozen margaritas e comer um chilli no El Kabong
- ou pelo menos, encher a cara de café, bem forte!
- dormir umas 8 horas sem parar
- poder fazer algo na rua sem ter que voltar em menos de 3 horas, pq tem que amamentar
- sair de casa com uma bolsa pequenininha
- ou simplesmente, sair mais de casa!
Estava pensando nessa lista quando vi uma discussão sobre as “limitações” da vida de mãe. Engraçado que estes dias eu estava pensando nisso, em como gostaria de voltar a ser “paulistana”, ou seja, voltar a curtir o que a cidade oferece. Hoje em dia eu nem vejo mais o Guia da Folha, porque só fico na vontade :P
Mas aos poucos a gente vai se acostumando a fazer uns programas com a nossa baixinha. Vamos encontrando o que é mais viável, como ir num restaurante ou café ou afins que comporte bem um bebê, ou seja, não muito cheio, não muito barulhento, em horários legais. Tem também o Cinematerna, que é uma benção. E fora isso, tem um monte de coisas que ainda não fizemos e quero muito, como ir a museus, SESCs, ver exposições com a baixinha, e inclusive ir nuns butecos :) Já estou tomando mais coragem e comecei a dirigir com a pequena no bebê-conforto, somente nós duas, por ai.
Não tenho ilusão de que a vida continua sem mudar uma virgula, afinal, tivemos uma filhota que ainda é pequenininha para encarar algumas coisas, e eu acredito que tenho que respeitar o tempo dela. Nem tudo ainda é uma boa pedida para ela – lembro de quando estava grávida e ia no El Kabong e ficava meio chocada de ver alguns pais com bebês pequenos por lá. Digamos que o ambiente não é o mais baby friendly, já que é meio barulhento demais, essas coisas.
Mas também não quero passar o tempo todo trancafiada em casa, achando que a Alice é de louça e vai quebrar se sair com ela! :P E às vezes a gente escuta umas reprovações, como se fosse um pecado sair com um bebê. Somos (pelo menos eu sou) meio medrosa de ficar saindo com ela, tem toda aquela infra para levar (bolsa, carrinho, etc) e tudo o que eu não preciso é que as pessoas fiquem falando que está frio, que ela vai pegar friagem, que ela é pequena, que o mundo está cheio de virus e bactérias mortais, etc. Deixem a gente viver um pouco também, né!
Cantinho para registrar os momentos de uma barriga.
TITA
May 29th, 2009 at 8:40 am
sabe lu, eu ach que comigo ai ser diferente ,pelo menos em parte. tenho 39 anos e já ha mais de 10 estou caseira, no máximo que me permito é ir em cafes com amigas ou com o meu maridão. não tenho mais saco pra barzinhos, não bebo nada alcóolico, não como carne , nã fumo e odeio ligares fedorentos e cheios, o que reduz muito meus locais de passeio, digamos. gosto de cinema lógico, mas tenho pregui de salas de cinema. acredito que quanto mais velha, mais fácil aceitar a condição de ” caseira”. eu sou meio doida, odeio sair de casa, gosto de parques…
TITA
May 29th, 2009 at 8:41 am
e esse teclado tá ruim pacas
sassê
May 29th, 2009 at 2:05 pm
bota a baixinha na rua! queremos a baixinha na rua! e a mãe dela também!
na outra semana eu entro de férias. vamos combinar de sairmos a tarde pra ir num café? eu posso ir até aí na sua casa.
vamos combinar, me escreve!